lãs com cor de verão

As lãs no verão só nos aquecem dentro do peito.

Estas são as lãs da 3 Globos que a Ana e o Carlos me enviaram de Castelo Branco. São lindas, não são? 

Para as catalogar contei novamente com o apoio da minha M. =) ..no final também ela tinha o seu próprio catálogo.

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há mãos de fada no mercado de velharias

..havia, que eu trouxe as que encontrei!
Todos as manhãs de sábado, são manhãs de mercado em Estremoz. Há o mercado da roupa (lá em cima perto do “campo da bola”), há o ‘mercado das verduras’ e o mercado das velharias (estes últimos no rossio, no centro da cidade). Adoro levantar-me bem cedo e passear pelo rossio quando ainda há pouca gente no mercado (que a partir das 11:30 começa a ficar lotado).
Começo sempre pelo mercado das velharias, para poder dar atenção a todos os pormenores que por lá existem. Encontram-se bons achados. E mesmo quando não vou em ‘shopping mode’, sabe muito bem passear no meio de tudo aquilo que por lá se vende.
Este sábado a descoberta foi ‘Mãos de Fada’. Revistas de lavores, de 1976, vendidas em Portugal e em África cheinhas de pontos de crochet, ponto-cruz, tricot.. A revista é quase na sua totalidade em preto e branco, mas nas centrais encontramos as vibrantes cores dos anos 70. 
Preço de mercado: 1€ – 3revistas. 
Hei-de perguntar às minhas avós se se recordam delas.

crochetar rima com mar


O alojamento foi um dos pormenores fantásticos de um fim-de-semana incrível. 
Bom ambiente, bons amigos novos com bons velhos amigos, boa música ..e tudo isto perto do mar, na Praia da Tocha. 
A localidade é muito acolhedora, assim como também o foram os locais por onde andámos. A desculpa para esta road trip, foi o convite do Tiago Cação para o aniversário do Palco-Z (o evento musical, mais descontraído e boa onda a que assisti). 
Ora o Tiago, achou que nós deveríamos ficar alojados no Ticket2surf ..e achou muito bem! A Cláudia (autora de lindas peças com que decoram o espaço, feitas com conchas, madeiras e outras coisas recolhidas na praia e com quem um dia hei-de ter o prazer de “crochetar”) e o Brian (o surfista holandês mais alentejano que já conheci) são os responsáveis pelo espaço que foi a nossa casa durante estes dois dias. E foi mesmo como estar em casa. Adorei cada bocadinho e hei-de voltar, com a promessa de levar a M. e  experimentar a surfar (finalmente!!)
A descontracção adquirida permitiu-me (ou à entidade que me possui quando pego na agulha e lã – senhora com idade a rondar os 65 anos, que ainda não deu a conhecer o seu nome) realizar este ‘b’nito trabalhinho’..

Miss Needles