you’re my cup of tea!

Há dias mesmo bons e hoje foi um deles. Terminar tarefas que se vinham acumulando, deixou-me disponível para escolher o jantar no quintal, acompanhada pelo sol e um chá.
Como não podia deixar de ser, tive que usar um mug warmer. Não que goste de chá muito quente, mas também não gosto dele frio (só gelado), pelo que o momento de temperatura ideal do meu chá é no fundo ‘um momentinho’. O mug warmer ajuda-me a manter a temperatura para que o chá me acompanhe durante mais tempo.

Gosto muito de me sentar nas escadas vermelhas que dão para o quintal e ali ficar de olhos meio encadeados pelo sol a observar a horta vizinha.
Regresso ao passado. Nestas mesmas escadas fui apresentada ao eco e às vespas, aprendi a calcular a distancia da trovoada e tinha encontro marcado com a Sweety (a gata da minha tia), mesmo quando ela não queria nada comigo.

O mug warmer não aquece apenas as canecas.. também aquece o coração. 
Amor é….. oferecer mug warmers!

Chá (quentinho) & Girassóis

Já foi em Agosto do ano passado que conheci a Mariana (do blog Chá & Girassóis), através do Projecto Amelie
Chamou-me a atenção o projecto que tem em mãos – Cartas Cruzadas – com o objectivo de renovar o hábito de corresponder através da tradicional carta. 

Receber correspondência é uma das melhores sensações que conheço, quando se trata de algo por que muito ansiamos ou de um envelope surpresa enviado por alguém de quem gostamos. É sempre especial, o momento em que espreitamos o conteúdo (e mesmo tentando evitar, acabo sempre por fazer uma observação na diagonal, arruinando muitas vezes o climax do que ali é tratado). Mas de facto, é cada vez mais raro obter esta sensação. O mais próximo que vou tendo disto é a recepção das encomendas com material para a Mint =P

Pôr em prática uma actividade de adoro, apoiar o projecto e ficar a conhecer um pouco mais das motivações que levam esta linda menina a construir um blog tão cheio de boa energia.. não podia deixar de participar!!!

Mas lá está, o hábito tinha-se perdido e levei tempo a responder. Tempo e tempo e tempo…….

Resolvi, então, que teria que compensar o meu atraso. E porque é chá o seu grande vicio..

Fiz-lhe um mug warmer, para que o seu chá esteja sempre quentinho =)

organizar os tecidos

Nem todos os dias são dias de sol, mas estes (os cinzentos de chuva) também podem ser aproveitados, seja a agulhar debaixo das mantas com um cházinho e boa música, a ver um bom filme (sem dispensar as mantas e o chá) ou ainda a terminar a tarefa iniciada com a lavagem dos tecidos.
Peguemos, portanto, onde terminámos
..ah sim.. passar a ferro para os arrumar.
Pois bem, antes de dar inicio a este processo andei a pesquisar: qual seria a organização dos tecidos indicada para mim? 
A ter em conta: gosto de os ver.. inspiram-me; perco muito tempo a desdobrar e dobrar tecido; não gosto de andar à procura do tecido desaparecido (que afinal, na maioria das vezes está mesmo ali!).
Estes factores levaram-me a optar por organizá-los na estante com K-line.
As medidas: a altura e profundidade das prateleiras são as únicas medidas a ter em conta para cortar o K-line. No meu caso, que as medidas das prateleiras são 30(alt.)x28cm(prof.), optei por ter suportes para os tecidos com as seguintes dimenções: 30x15cm.
Depois é cortar!
E já se começa a perceber como vai ficar… Fico tão entusiasmada com o “organizar” que não consigo parar até obter o resultado.. para depois voltar a desorganizar (gosto desta relação saudável e equilibrada que tenho com as minhas coisas e a sua arrumação) =)

Por fim.. passar a ferro. E que fiz foi: dobrei em quadrados os fat quarters e também dobrei os tecidos maiores ou mais pesados (que não permitiam a arrumação com K-line) e dobrei ao meio os tecidos comprados a metro, enrolando-os posteriormente no K-line. Para segurar as pontas utilizei alfinetes de costura.

Estou tão orgulhosa! =D
O resultado.. é como ter uma pequena retrosaria aqui à mão =)
…e depois, é começar tudo de novo, que acabei de receber uma encomenda de lindos tecidos =) ufffff…

cor para os dias cinzentos

Tenho a sensação que os dias cinzentos de chuva já me aborreceram menos, por isso há que combater o “escuro” com cor e música que chega ao peito (Mallu Magalhães).
A agenda da Carla é mais uma das agendas Mint personalizadas. E para os amigos especiais, não poderia ser mais fácil! É a tal história: colocar sentimento no projecto que temos em mãos e ..pronto! Mais nada! 

Esta capa também tem uma banda sonora que poderia muito bem ser a música desta minha tão querida amiga, não que esteja velha e louca, mas porque também “tem a alegria como dom e em cada canto vê o lado bom” (com sotaque e tudo!!) =D

lavar os tecidos

Os tecidos devem ser lavados (ponto)
Os motivos são diversos: quem trabalha com eles, livra-se das porcarias que os tecidos vão acumulando durante a sua produção e armazenamento; quando lavados, os tecidos encolhem o que têm a encolher e debotam o que têm a debotar, não correndo assim o risco de estragar posteriormente uma peça realizada.
Além do mais a lavagem é fácil …e se for feita em dia de sol (como estes que por cá tive) até chega a ser divertido e relaxante.

Coloca-se um tecido num alguidar pequeno com água fria/tépida e deixa-se ficar. Convém que o tecido esteja dobrado  para evitar tirar-lhe a forma.
Passado uns minutos (10/15min) retira-se o tecido da água e enrola-se de forma a tirar o excesso de água – quando os dias começaram a ficar mais nublados, coloquei um lençol de banho na máquina, por cima desta alguns tecidos (5 ou 6) e novamente outro lençol de banho. Liguei o programa de centrifugação, deixando a máquina dar apenas uma volta, o suficiente para o excesso de água ficar nas toalhas. 
Devo salientar: centrifugar demasiado o tecido ou torcê-lo à mão, pode tirar a forma ao tecido deixando-o torto.

Alguns tecidos de cores mais fortes têm tendência a libertar tinta. Nesses casos, deve-se ir renovando a água até que deixe de debotar. Li em vários artigos sobre o assunto, que deitar um punhado de sal na água ajuda a fixar a cor… e assim o fiz.

Tentei perceber por que acontecia, mas a única explicação que encontrei diz que o “cloreto de sódio age é na água, tornando o líquido saturado. Em outras palavras, é como se a água ficasse congestionada, sem espaço para receber a tinta que se soltaria da roupa. O corante acaba não se desprendendo, pois o lugar que ele ocuparia no líquido já está tomado pelo próprio sal. “Assim a tinta deixa de fluir para a água, como seria natural, e permanece no tecido”, diz o químico Mauro Carlos Ribeiro, da USP.” (texto integral aqui)

Após este processo, os tecidos foram pendurados do avesso para o sol (deveriam ser estendidos à sombra, mas desde que se mantenham atentos, o sol não irá estragar os tecidos).
Depois.. depois é só passá-los a ferro. 

Próximo post, organizar os tecidos =)

Dotquilts

Nem apetece escrever. Afinal: palavras para quê? 
Digo-vos apenas que entrei numa loja encantadora (com a maior variedade de tecidos que já encontrei), onde conheci a simpatia da Luísa (com quem conversaria um dia inteiro!) e de onde trouxe um saco cheio de sonhos e vontade! Vale mesmo a pena espreitar =) 

Sobre a Dotquilts.. sei que será assunto recorrente no Mint =)